quinta-feira, 4 de novembro de 2010

DESENHO E PRAZER

Nu d´aprés photo: crayon 6B,koh-i-noor 6B, sur papier canson mi-teintes.
Dessin l´encre de Chine et pastel a l ´huile blanc sur papier canson  mi-teintes.

Dessin d´aprés photo "Sharon Stone" : sanguine conté ,crayon de couleur rouge,jaune,bleu sur papier canson mi-teintes.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

Brincando com Prud'hon


Pierre-Paul Prud'hon (1758-1823) pintor romântico francês com estilo neo-clássico, conhecido principalmente por seus retratos e pinturas alegóricas. 

 






domingo, 3 de outubro de 2010

O que é arte?

Para o suíço Paul Klee "a arte não imita o visível, cria o visível" esta frase sintetiza uma das principais discussões da história da arte.Imitar ou inventar,  ai está a questão. Vassili Kandinski, pintor russo ainda mais sistemático definiu três elementos constitutivo de toda obra de arte: o elemento da personalidade, próprio do artista; o elemento do estilo, próprio da época e do meio cultural; e o elemento do puro e eternamente artístico,próprio da arte, fora de toda limitação espacial ou temporal.
A significação da palavre "arte"  tem variado muito ao longo do tempo e das civilizações. Na pré-hitória,expressava  exclusivamente o sentidoo  prático.A arte na antiguidade, designava ocupações, como:esgrimista,tecelão, orador, era sinonimo de ofício ou habilidade e quase não se diferenciava de técnica, ou mesmo da ciência.Na Idade Média, no Renascimento e nos séculos seguintes a palavra arte, em várias linguas, serviu para designar tanto o trabalho de intenção estética, como outros sem nenhuma relação com isso, como a expressão "obra de arte" na engenharia ou arquitetura, nome dado a construções como viadutos, pontes, etc.No século XIX a palavra arte passou a ser usada predominantemente à criação estética e às várias belas-artes. No século XX, frequentemente se restringe às artes-plásticas( em "crítica de arte" ,"exposição de arte", etc.
Mas, como conceituar "arte"? mesmo sabendo, que toda tentativa de definir um fenômeno como arte, seja problemática, é imprescindível a fixação de três aspectos caracterizadores:  primeiro,a arte é produto de um ato criativo; segundo, ela é própria direta ou indiretamente das concepções ideológicas da sociedade em que aparece; terceiro, é universal, intríseca ao ser humano, ao longo da sua história.Neste sentido podemos dizer,toda criação artística constitui um resultado da atividade do homem .

domingo, 19 de setembro de 2010

 As Sem-Razões do Amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisa ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque o amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
                                
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Natureza Morta

Natureza morta , esta expressão foi criada pelo crítico de arte holandês Arnold Houbraken, no começo do século XVIII para nomear um gênero de pintura que existia desde a antiguidade.Exemplo mosaicos gregos e romanos em Pompéia.
Na Idade Média, a natureza morta ressuscita no Renascimento com uma temática que se empregaria de forma mais generalizada na época do Barroco e chamada " vanité".
O realismo dos mestres flamengos concedem a natureza morta nova dignidade.Willem Kalf estudava com afinco a maneira como a luz se refletia em vidro.E.H.Gambrich, os belos interiores de Jan Vermeer poderiam ser qualificados como naturezas- mortas com figuras tal a existência autônoma e presença viva dos objetos que cercam estas figuras. Os decorativos quadros de caça e pesca, marcados pela influencia de Rubens e do espírito barroco. Aa naturezas mortas de Frans Snyders, os copos e vasos de Willem Heda,as composições de de justus e Jan van Huysum, de Rachel Ruysch e de Willem Kalf  "A sopeira de porcelana".
O maior cultor do gênero no séculoXVIII foi Jean- Baptiste Chardin, que dava extraordinária expressividade aos objetos mais simples,banais...